O
PRINCIPIO DO NOME
O bom nome vale mais do que muitas
riquezas. Pv.22.1
Seu nome é o seu maior patrimônio! Por
isso, o princípio do nome vai mostrar porque ele é tão importante para a
construção de uma carreira, de um projeto ou objetivos de sucesso.
O
nome pode ou não carregar dignidade, alto valor agregado e referencias
positivas. Aqueles que tentam burlar esse princípio a fim de alcançar o sucesso
rápido, abrindo mão de sua honra pessoal, integridade e honestidade, no futuro
tendem a pagar um alto preço.
O
transcurso do tempo, faz a verdade de um nome e do caráter de uma pessoa ser
revelado. Falando sobre isso, o Presidente americano Abraham Lincoln disse: “Você pode enganar uma pessoa por muito
tempo; algumas por algum tempo. Mas não consegue enganar todas as pessoas por
todo tempo”.
Jesus
também abordou esse importante princípio enquanto ensinava os seus discípulos
dizendo: “Nada há encoberto que não venha
a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido”. (Lc.12.2). Assim,
entendemos, que dificilmente, alguém consiga chegar longe em qualquer área da
vida sem preencher o princípio do bom nome se esconder alguma coisa errada que
tenha feito para subir.
Todos
nós enquanto seres humanos estamos suscetíveis ao erro em todas as áreas da
vida. Podemos errar a qualquer momento. Errar é humano, faz parte da nossa natureza.
Nem todo erro é proposital, há aqueles que servem para o bem, nos traz
aprendizado, reflexão e amadurecimento. Há ainda os que erram tentando acertar.
Apesar
do erro fazer parte da vida humana, sempre há tempo de concerta-los. Não há
erros que não possa ser reparado. Há uma importante recomendação bíblica que
diz: “O que esconde suas transgressões,
jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”. Pv.28.13.
Como
já foi visto, errar é humano, no entanto, permanecer nele é no mínimo burrice. O
ideal é não cometer erros, o que é quase impossível a um ser humano cheio de
imperfeições, no entanto, quando isso ocorrer, deve ser reparado o quanto
antes.
Já
vi casos de profissionais que erraram no desempenho de suas funções e não
esperaram que o chefe imediato descobrisse o problema, mas foram até ele e
relataram o ocorrido. Essa importante atitude pesou a favor dele, e com isso,
angariou confiança e evitou a sua demissão.
Atitudes
como essa fortalece o bom nome de uma boa pessoa, de um profissional e
principalmente, de um cristão que procura agradar a Deus.
No
texto citado na abertura desse capitulo, o autor, o sábio Salomão indica o
importante caminho da confissão como forma de alcançar a misericórdia. Confessar aqui é reconhecer o erro
cometido e repara-lo através da confissão sincera. Seja a Deus, aos chefes
imediatos ou a quem é de direito. Quando há essa confissão sincera, ela
geralmente vem acompanhada de misericórdia, do perdão ou do entendimento entre
as partes envolvidas.
Essa
confissão às vezes precisa ser feita a nós mesmos. Confessar a nossa
incapacidade diante de determinadas situações difíceis; da nossa falta de
conhecimento e habilidade em face a novas ferramentas tecnológicas, ou até
mesmo de exercer determinadas atividades e funções, seja profissional,
espiritual, ministerial ou mesmo administrativas.
No
processo de construção e manutenção do nome, precisamos tomar alguns cuidados
para não jogarmos fora tudo ou parte do que já construímos. Quando temos um bom
nome, geralmente, somos observados constantemente, por muitos olhos atentos a
uma fraqueza qualquer para nos prejudicar e suja-lo.
Um
desses cuidados a serem tomados, quando se trata da vida profissional, é não
cair na ilusão de ganhar dinheiro fácil, ou conquistar uma promoção ou
progressão usando subterfúgios, mentiras ou engano. Essas práticas em vez de
levar ao podium, pode levar à demissão, ao fracasso, ao retrocesso e ao inferno.
Na
vida espiritual e cristã, não é diferente. Para cada erro, deve haver uma
confissão, uma retratação com Deus ou com o próximo, dependendo da situação em
questão.
Já
provado que o perdão produz paz
interior, saúde para o corpo e a mente, comunhão com Deus e com o próximo, bem
como oportunidade de recomeçar uma nova relação com alguém ou com Deus. Por
isso a Bíblia Sagrada recomenda confessar
e deixar de praticar o erro de forma consciente, só assim, alcançaremos a
misericórdia divina.
No
passado, os homens de negócio empenhavam como garantia apenas a sua palavra.
Não precisavam de documentos escritos e autenticados em cartório e assinaturas
de testemunhas. Quando se chega a esse grau de credibilidade e confiabilidade, com
suas palavras valendo mais ou tanto que um documento assinado, seu caminho
profissional está definitivamente pavimentado.
Se
uma pessoa é honesta e tem palavra, assinar um documento ao fechar o contrato
ou negócio, é apenas uma mera formalidade, no entanto, quando não é confiável,
nem mesmo um contrato garante segurança. De qualquer forma, o certo é colocar
os acordos no papel. Não deixe de fazer isso, sempre que possível.
Para
manter um bom nome, exige certo grau de honestidade, mas não é construído
apenas com esta. Exige também capricho, seriedade e zelo profissional. Cuide do
seu nome, cumpra com sua palavra, não fale algo sem pensar ou sobre as quais
não tem conhecimento.
Imagine
um Professor que comece ensinado algo errado para os seus alunos, sem nenhuma
pesquisa ou critérios éticos e pedagógicos. Agindo dessa forma, ele estará
destruindo seu maior patrimônio, o seu nome.
Se
esse princípio vale para a vida profissional, muito mais ainda para a
espiritual e ministerial. Os cristãos em geral, devem honrar com sua palavra,
cumprindo com suas obrigações com Deus e com o próximo, assim como com os seus
líderes responsáveis diretos pela administração da igreja, ou entidades
religiosas comercial ou outras.
O
bom nome exige uma vigilância constante. Quando uma pessoa desenvolve uma
rotina de se comportar de forma a zelar por ele, isso vira um habito construtor
do sucesso. Funciona em todas as áreas da vida tanto, profissional, como
espiritual e ministerial, assim, nunca devemos esquecer: O nome é o nosso maior patrimônio terreno.
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